Os comandos da aplicação, os identificadores das folhas de cálculo e os valores dos dados dos exemplos mantêm a sua forma original. As capturas de ecrã, os gráficos e os ficheiros para transferência estão em inglês. Os exemplos científicos conservam o ponto decimal e a vírgula como separador de milhares da fonte original; os preços e as contagens do sítio seguem as convenções portuguesas.
Exemplo: forças de inserção de conetores
80 conetores diferentes; uma medição positiva da força de inserção em cada um.
Transfira os dados do exemplo (CSV)Este é o mesmo exemplo usado em Help. Importe o CSV para seguir os passos ou use Open example in a practice copy em Help para preencher previamente as entradas.
1. Crie o espaço de trabalho
Na barra lateral, abra Basic Statistics e escolha Normality. Crie uma análise, dê-lhe um nome, selecione New blank worksheet e escolha Create analysis.
2. Importe os dados do exemplo
Transfira o CSV acima e importe-o para a folha de cálculo. Escolha Comma como delimitador, Dot como separador decimal e First row contains column names.
3. Atribua a coluna de entrada
Em Inputs, atribua insertion_force_n a Variable.
4. Defina o teste e o gráfico
Em Normality tests, assinale Anderson–Darling e deixe Shapiro–Wilk e Kolmogorov–Smirnov por assinalar. Introduza 0.05 em Significance level (α).
Abra Transformation options e escolha None em Transformation. Abra Plot options. Assinale Normal probability plot e Show confidence bounds e introduza 95 em Confidence level (%).

5. Execute a análise
Escolha Run analysis e abra Results.
6. Interpretar resultados
Identifique a pergunta sobre o modelo
A amostra contém 80 conetores diferentes, com uma leitura de força em cada um e sem valores omissos. A média é cerca de 37.11 N e o desvio-padrão é 7.48 N. A pergunta diz respeito à distribuição da força, não ao cumprimento de um requisito pelas forças.
Leia o gráfico de probabilidade
A parte central da amostra representada segue a reta ajustada bastante de perto. O agrupamento de forças mais baixas em torno de 26 N fica abaixo dela, pelo que deve examinar essa cauda com os registos de amostragem. Cada ponto é uma força ordenada; os limites de 95% descrevem a incerteza do gráfico, não limites de força aceitáveis. Leia este padrão a par do teste, que não prova a normalidade.
Força de inserção em N em função das posições percentuais do modelo normal; examine a cauda das forças mais baixas, bem como o centro. Ver gráfico no tamanho original (abre num novo separador) Leia o teste
Anderson–Darling é 0.4914 e p = 0.2132. Ao nível de 5%, a amostra não rejeita um modelo normal. Isto não é prova de normalidade nem uma garantia sobre forças raras nas caudas.
Escolha a análise seguinte
Leia em conjunto o gráfico, o método de amostragem e o contexto do processo. Um modelo normal pode ser útil para inferência posterior se os seus pressupostos forem adequados à tarefa; verifique cuidadosamente o comportamento das caudas quando os resultados raros importarem.
Mais detalhes: leia cada secção de resultados
As tabelas completas de resultados usam seis algarismos significativos, como na Ajuda.
Testes de normalidade
O teste identifica Anderson–Darling. A estatística mede o desvio face à distribuição normal ajustada; o valor-p avalia esse desvio sob o modelo do teste. α é o limiar 0.05. A decisão é Não rejeitar; não significa que o modelo tenha sido provado.
| Teste | Estatística | Valor-p | α | Decisão |
|---|---|---|---|---|
| Anderson–Darling | 0.491438 | 0.213223 | 0.05 | Não rejeitar |
Estatísticas da amostra
As observações não omissas e omissas documentam a cobertura. A média, a mediana, o mínimo e o máximo descrevem a força em N; o desvio-padrão descreve a dispersão em N. São estatísticas amostrais, não tolerâncias de engenharia.
| Estatística | Valor |
|---|---|
| Observações não omissas | 80 |
| Observações omissas | 0 |
| Média | 37.1137 |
| Desvio-padrão | 7.47904 |
| Mínimo | 22.98 |
| Mediana | 36.24 |
| Máximo | 55.94 |
7. Criar um relatório
Mantenha Normality tests, Sample statistics e o gráfico de probabilidade normal com os seus limites de confiança. Inclua a unidade da força, a definição sem transformação e a distinção entre não rejeitar a normalidade e a provar.
Selecione Add to report da execução concluída. Abra Choose individual items and advanced options para selecionar tabelas e gráficos e, em seguida, selecione Add to draft. Os elementos ocultos permanecem na análise guardada.
Dê um nome ao relatório e acrescente o objetivo do estudo e a sua interpretação. Selecione Save, reveja Preview e, em seguida, use Export → Download HTML. O exemplo abaixo contém todo o conteúdo selecionado, incluindo resultados que não cabem num único ecrã.